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Acho que o argumento básico dos ateus é o seguinte: “Deus não existe porque há muitas religiões. Se Ele existisse, só deveria haver uma. Como existem muitas religiões, eu não sei qual delas seguir e nem qual o deus que existe, pois o deus de uma é diferente da outra. Cada uma delas tem um livro sagrado e os ensinos de uma são contrários aos ensinos da outra. Sendo assim, eu concluo que Deus não existe ou que, se existir, não faz diferença, pois ninguém sabe quem Ele é mesmo”.

Todavia, no fundo, no fundo, o que vocês estão dizendo é:

– Deus não existe porque Ele não se revelou a mim!

Ora, de uma forma infantil, era isso mesmo que eu dizia quando era ateu e falava, para espanto dos meus amigos: se deus existe, que ele faça essa laje cair na minha cabeça, agora!

Já houve uma época em que eu teria verdadeiro prazer em contar, em detalhes, como foi que Deus se revelou, de forma inequívoca, para mim. Mas, de que adiantaria isso pra você?

Alguém poderia ter um “testemunho” melhor do que Paulo, o apóstolo cristão? Afinal, o sujeito diz que ficou cego por uma luz; ouviu uma voz que dizia ser Jesus; e a voz mandou quem só conhecia Paulo como inimigo para fazer uma “oração milagrosa” que lhe curou da cegueira.

Ora, mas quem continuaria ateu depois de passar por isso?

Algum de vocês ainda continuaria ateu se passasse por algo desse tipo?

Hein? Imagina só isso. Você acaba de ler essa mensagem e já pensa em responder. Aí, do nada, você caí no chão, vendo uma luz tão intensa que te deixa cego. Então, você escuta uma voz [junto com o pessoal da tua casa -- pra você não achar que ficou doido] que diz duas vezes o seu nome: – Fulano(a), Fulano(a), por que me persegues?

Acho que a primeira coisa que alguém faria, se algo assim acontecesse, seria perguntar quem falava.

O que você faria se ouvisse como resposta:

– Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Levanta daí e vai [cego mesmo] pra tal lugar que lá te dirão o que deverás fazer?

Eu pergunto se, depois disso tudo, alguém iria pra outro lugar, senão para onde a voz que dizia ser Jesus mandou? Será que alguém diria algo do tipo:

– Ei, eu estou cego. Vocês dizem que ouviram a mesma Voz que eu eu ouvi. Mas, larga isso pra lá… eu continuo cego, mas me leva lá pro Hospital Sírio Libanês… lá eles tem bons oftalmogistas e psiquiatras. Tenho certeza que tudo não passou de “alucinação coletiva”… Alguém diria isso?

Então, depois de três dias lá, no lugar que a voz mandou você ir, chega alguém que você não conhece, põe as mãos na sua cabeça, e diz:

– Fulano(a), irmão(ã), Deus me enviou, a saber, o próprio Jesus que te apareceu na tua casa, para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo. Daí, após essas palavras, caí algo como escamas dos seus olhos e você torna a enxergar.

Me diga, sinceramente, você passaria por isso tudo e ainda diria: sou ateu? Penso que não.

Contudo, se isso tudo acontecesse contigo, saiba, isso não teria nenhum efeito sobre ateus como você. Sim, nada mudaria para os que dizem que Deus não existe. Eles continuariam sem crer porque nada parecido lhes aconteceu e exigindo que, o que aconteceu com você aconteça com eles também para que eles creiam. E sabe o que seria mais curioso? Eles iriam dizer que você é louco, mentiroso, tolo, etc. Eles apenas não considerariam como verdadeira a possibilidade de que você conseguiu ter a “prova” que eles exigem.

Ou seja, a prova que um ateu exige como evidência para aceitar a existência de Deus não serve como prova para outro ateu. Sim, porque quando quando alguém diz, “eu era ateu, mas Deus se revelou a mim de maneira inconfundível”, os ateus não acreditam. Portanto, em minha opinião, querer “provar” para um ateu que Deus existe é a mais completa pura perda de tempo.

Assim, o que me leva a escrever isso tudo não é para “provar” que Deus existe. Mas, apenas para dizer que o que eu pedia para acontecer comigo, quando eu era ateu, aconteceu; e eu não posso e nem quero negar. Deus se revelou a mim. Minha oração sincera é que Ele também se revele a você.

Bjs

Bento Souto

sr bento voce e um idiota cuide da sua vida e deixe o bispo Macedo em pas ele nao precisa se justificar para voce opu outra pessoa qualquer o dinheiro e meu e eu dou a quem eu quiser, so para sua informaçaõ eu quando cheguei na iurd no fundo do posso sem vida nao dormia nao tinha pas e ele junto com os pastores mim ensinaram a amar ao SENHOR JESUS, entãio bento procure conher a IURD. para poder falar um ex eu não te conheço posso dizer que voce e um alcolatra falei sera verdade? ora quem tem boca fala o que quer falaram de Jesus quanto mais do b.Macedo um pobre mortal que so pensa em ajudar. fora bento

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Ctrl+C – Ctrl+V, sem alterações. Comentário deixado aqui no Aventura, conforme o “espírito cristão” dessa galera, com todo direito a neologismos, rsrs.

W.F.

Um mano amado comentou aqui no Aventura o post Carta Aberta a Edir Macedo, achei o comentário muito sensato e pertinente, por isso resolvi postá-lo aqui.

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Meus irmãos, tenho certeza de que o Espírito Santo age nos corações dos
membros dessa igreja, pois são sinceros. Mas peço que pensem numa
coisa: o enriquecimento desses bispos tem respaldo em Jesus? Se você
foi abençoado dando dinheiro, usando sua fé, bom pra você. Mas muitos,
muitos mesmo fazem a mesma coisa e não são, passam necessidade, será
que não conseguem porque não tem fé, é só você que tem? Será que só
você merece ser abençoado e o outro não? Ou seria portanto porque esse
negócio de ser abençoado no sentido material, de conquistas, não faz
parte dos ensinos de Jesus? Pode até constar no Antigo Testamento, mas
em Jesus e nos apóstolos não. E não faz porque Jesus veio revelar a
vontade de Deus-Pai da maneira certa. Leia Atos dos Apóstolos e vocês
verão que a igreja primitiva fazia o contrário totalmente do que essas
igrejas fazem hoje, eles repartiam, ajudavam os necessitados e não
tiravam deles como acontece hoje. E esses bispos ficam colocando na
conta de Deus a responsabilidade de suprir os necessitados de sua
igreja quando eles é que deviam suprir com as ofertas que recebem e não
ficar comprando mansões. Irmãos, mesmo que vocês sejam abençoados com
estes ensinos dos bispos, diga pra você mesmo se o que eles fazem entre
eles está de acordo com a Palavra. E vocês estão patrocinando toda essa
farra. Por favor leiam 1 Timóteo 6:3-12 e tirem suas conclusões a
respeito de como os bispos deveriam viver e fazer e de como eles vivem
e fazem de fato.
...............................

Links Relacionados:

Carta Aberta a Edir Macedo
O Bispo

Ressurreição

Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. Jesus

Após a morte de Jesus, a depressão tomou conta dos discípulos. Aqueles homens que se alegravam e festejavam todos os dias os milagres do Senhor, agora, amotinavam-se em cantos escuros lamentando amargamente, dizendo em seus corações: “Não pode ser, era para ser ele, ele era a pessoa certa, como ele pôde nos deixar assim?”.

Dúvida, lamento, tristeza e confusão reinava no coração daqueles que abandonaram tudo para seguir o doce rabino.

As mulheres se contentavam em cuidar do defunto, perfumar o cadáver, derramar lágrimas no túmulo daquele que amavam.

Jesus havia declarado inúmeras vezes ser necessário ao Messias padecer, e ressuscitar ao terceiro dia, ainda assim, a incredulidade tomou conta do coração de todos.

Jesus havia bradado do alto do monte: “A minha vida ninguém a tira. Eu a entrego quando quiser, este mandato recebi de meu pai”. Aquele que era sem pecado, não receberia o salário do pecado, a menos que decidisse fazê-lo. E ele deu a vida, por amor de muitos. O cordeiro que tira o pecado do mundo atraiu todos a si, e na Cruz reconciliou o mundo inteiro fazendo de todos os povos um. Um morreu por todos, para que todos vivam por um, por Ele, para Ele.

Jesus não morreu como os demais homens, ele entregou a vida. Jesus não somente ressuscitou, ele é a ressurreição.

O final da jornada do carpinteiro não era uma exceção a regra, a própria vida dele, em plenitude, era exceção a regra. Jesus ressuscitar não deveria ter sido surpresa alguma para os discípulos que o viram caminhar sobre as águas, curar cegos, multiplicar pães, perdoar pecados, pregar com sabedoria jamais vista e até mesmo ressuscitar a outros! A vida de Jesus só poderia culminar em vida, pois ele é vida. A vida de Jesus só poderia terminar em ressurreição pois ele é a nossa ressurreição! Portanto, tudo o que Jesus fez, não eram somente feitos, eram expressão natural do seu ser. Não eram somente obras, eram simplesmente o vazar de quem ele era, é e sempre será. E nós somos chamados a ser. Ser luz do mundo. Ser sal da terra. Sermos verdadeiros adoradores, sermos filhos do Aba, sermos sacerdotes e reis, sermos discípulos, sermos como Jesus é.

Que nossa vida seja feita de boas obras, mas não boas obras fabricadas do lado de fora, que estas boas obras sejam simplesmente o vazar natural de quem somos. Que possamos em toda escolha buscar a vida, para que haja vida em abundância, vida eterna. Que entendamos que o que vale para Jesus é ser. O que não é, recebe a maldição da figueira, que estava vestida farisaicamente de folhas (característica da época de colheita de figos, pois a figueira só apresenta folhas juntamente com os frutos), sem possuir frutos.

Que sejamos.

W.F.

Paulo disse aos Coríntios que não tinha podido dar a eles alimento sólido, mas apenas o leite básico do Evangelho.

E disse isto porque o estavam acusando de superficialidade em razão de que outros pregadores chegaram por lá anunciando um monte de bobagens e invenções, tipo “novos moveres” — e, assim, gerando nos crentes tolos e incautos, a impressão de que estariam perdendo alguma coisa importante da fé apenas dando ouvidos ao que Paulo lhes dizia.

Já Pedro, escrevendo aos judeus da dispersão, e que haviam crido em Jesus, diz que recomendava a eles que bebessem avidamente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual.

Leite é a imagem, mas a mesma imagem diz coisas diferentes conforme o contexto.

Paulo estava tomado de zanga triste quando disse o que disse. Dedicara-se ao Evangelho em sua simplicidade e pureza, e, agora, chegam uns aproveitadores, uns camelôs de evangelhos piratas, uns místicos desvairados, uns gananciosos e narcisistas, e, de súbito, tomam o coração de muitos, passando eles depois disso, em razão de sua imensa ignorância e estupidez, a julgarem Paulo como um superficial por não inventar mentiras e nem tentar manipular mediante fantasias ou magias cristãs.

Assim, Paulo diz:

Se vocês pensam que lhes disse o que sei e vi, estão enganados. Nada disse além do que vocês poderiam agüentar, pois, vocês são imaturos; e a prova disso é que não têm discernimento de nada mais profundo; razão pela qual vocês estão enredados nos desvios em que agora estão. Não pensem que porque lhes disse apenas o que era essencial à fé, que isso seja por eu não fazer viagens verdadeiras na fé, muito para além do que deve ser narrado, pois, são aquelas coisas que a mão direita não deve saber como ato da esquerda; ou, ainda, porque seja aquele tipo de coisa que somente se pode conversar com gente verdadeiramente madura.

Este era o sentido de leite para Paulo em tal contexto, em contraposição ao que fosse “alimento sólido”.

Pedro, entretanto, está recomendando a um grupo sincero de cristãos judeus e gentios, que não abrissem mão do que era essencial jamais. E que, além disso, sugassem do peito da esperança do Evangelho todo o alimento que lhes era necessário como vida e anticorpo contra as desesperanças ou as paixões deste mundo.

Assim, toda gente precisa de leite!

E mais: se for do tipo Leite Integral de Pedro, então, tem-se que beber dele até à velhice; pois, trata-se da pratica simples do Evangelho, conforme se vê na 1ª Epistola de Pedro.

Do mesmo modo, temos os imaturos que pensam que já não precisam de leite. Esses são os que pensam que sabem; e que, ao ouvirem o Evangelho, por já terem ouvido a “informação”, julgam que seja uma repetição; sem saberem que quando se trata de Evangelho, tem-se que repeti-lo sempre, até que ele entre na vida, e deixe de ser apenas uma informação guardada na mente.

Por isto Paulo diz: “Convém-vos que eu vos diga as mesmas coisas!

Aqui, entretanto, desejo fazer um apelo aos “de Corinto” que me lêem, bem como aos cristãos do tipo “Da Dispersão” que me lêem também:
Todos têm que voltar a ler a Palavra todos os dias. Todos têm que meditar no Novo Testamento todos os dias. Todos têm que orar não apenas enquanto se ora orando, mas, também, separando tempo simples e dedicado a isto.

Sem a avidez de uma criança esfaimada por leite, nenhum de nós sobreviverá.
Somente bebendo nas tetas da Palavra todos os dias é que teremos anticorpos para o enfrentamento e o risco de contagio no mundo que nos cerca e do qual fazemos parte.

Por outro lado, aos que não sabem de nada, mas pensam que sabem, e que adoram chamar engano de unção, a recomendação é simples: atenham-se ao que seja essencial; posto que qualquer outra coisa, seja ela dita em nome de Jesus até por Paulo, mas que não siga o espírito do Evangelho, o próprio Paulo diz, ainda acrescentando “um anjo de Luz” à lista dos mensageiros, que deve chamada de diabo, e considerada Anátema.

Desse modo é leite para viver e é leite para poder crescer e comer Coalhada: leite sólido.

É leite ou pode ser Coalhada, mas não deve ser mocotó de mentira bem temperado no inferno.

Caio Fábio

Estava por vir mais um ser desgraçado a esse mundo. Como a maioria dos que aqui estão, esse ser possivelmente cresceria, e cedo ou tarde saberia que a vida é uma constante aflição em busca de segurança, sentido e prazer. Mas uma garota, de apenas 9 anos, depois de ser estrupada pelo padrasto (que abusava dela desde os seis anos), decidiu impedir tamanha maldição. Com a ajuda de um médico, apoiado pela mãe e pela justiça, ela fez o que tinha que ser feito.

Ao saber do acontecido, o arcebispo de Olinda e Recife, José Cardoso Sobrinho, se engasgou com o pedaço de pernil:

– A lei de Deus está acima de qualquer lei.

Com tão poucas palavras, esquecendo-se de Eclesiastes 6:3, o bispo resolveu fechar a porta do Céu para a menina, para a mãe, para o médico e demais envolvidos no caso.

Mas quem é esse tal arcebispo? Um comedor de arroz e feijão que volta e meia vai ao banheiro. Mas se fosse só isso, até que estava bom. Acontece, porém, que o Zé Cardoso é mais um desses hipócritas que se acha no direito de dirigir a vida alheia. À parte disso, em que ele difere dos demais humanos? Salvo o crachá e a batina que lhe deram, em nada, em absolutamente nada.

Mas voltemos a menina. Pouco importa se ela tinha condições ou não de ter a criança. O ponto em questão não é a condição da garota, mas, sim, o querer dela em ter o filho ou não. E ela não o queria. De que adianta uma criança nascer se a própria mãe a rejeita? Que amor ela teria nesse mundo atribulado? A ironia do acontecido é que o Zé Cardoso amava tanto aquele feto quanto a própria garota que o abortou.

A Igreja se preocupa com as crianças? É de se perguntar então por que ela não excomunga seus padres pedófilos. Mas, não; ao invés de expulsar os safados, a Igreja se limita a transferi-los de uma diocese a outra – mesmo sabendo que os tais continuarão na prática de roubar almas inocentes. E você sabe que tratamento a Igreja dispensa às crianças vítimas de abusos dos padres? A Igreja solenemente as ignora.

Mas parece mesmo que o Zé Cardoso ama os pequeninos. Ele deveria, pois, estar construindo orfanatos. Olha só, aqui no Brasil há muitas crianças abandonadas, das quais há as que nunca viram sequer o rosto de suas mães católicas. O Zé Cardoso bem que poderia cuidar de algumas dessas crianças, ou então ir lá na África conferir o resultado da falta de informação, bem como da falta de camisinha e demais anticoncepcionais.

Maldito arcebispo, hipócrita filho do inferno!

Escrito por Netanias Alves Lima

Criei um tópico sobre a posição teológica do Universalismo (Todos estão reconciliados por meio de Jesus, só não sabem disso, propõem o Universalismo) para sondar as opiniões da galera, e o mano Humberto Serrabranca Campos deixou uma opinião digna de nota!

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A idéia tendenciosa que circunda o universalismo é só uma: “se Deus já salvou todo o mundo, dá licença que eu vou pecar.” Se a referência for essa, logicamente que todo o arsenal religioso à disposição perde o propósito, tornando-se uma espécie de fetiche para carolas e alienados. Mas essa noção é equivocada.

Deixe-me contar uma experiência pessoal. Minha avó tem 80 anos, é analfabeta (aprendeu a desenhar o nome para assinar a aposentadoria), morou no interior a vida toda e não fez outra coisa do que cuidar da família. De vez em quando eu a abraço bem forte e pergunto: “Vó, a senhora crê em Jesus Cristo como seu salvador?” Ela me responde: “Creio em Jesus e em N. Senhora”. Ao invés de começar a dizer para uma senhora meio-surda que só existe um fundamento que é Cristo, que ela precisa “entregar” a vida ao Senhor etc., o que faço é discernir como foi a vida dela, e daí que a misericórdia do amor que triunfa sobre o juízo se faz presente, porque ela sempre foi conciliadora, sempre evitou inimizades, suportou as infidelidades do meu falecido avô, dispôs sua vida em função dos outros como toda mãe de família numerosa costuma fazer. Sabe que não sinto em meu coração que ela será condenada? Muito pelo contrário, creio que ela terá repouso no Senhor de alguma forma maravilhosa e me alegro com isso.

Não acho que “todos” serão salvos, mas creio que o juízo trará às claras o que ficou oculto por debaixo das hipocrisias. E que aqueles que chegaram no finzinho da jornada de trabalho terão a mesma recompensa daqueles que se esforçaram sob o sol por longos anos. O negócio todo é que a maior parte de nós não vai além do discernimento de Jonas. Ou seja, o Senhor nos encontra, nos leva para o Seu serviço contra a nossa vontade carnal e, no fim de tudo, obrigamos a Cristo à execução de um juízo que justifique o nosso esforço de ter trabalhado pra Ele. Não foi esse o ressentimento de Jonas, afinal ele não viu Nínive crepitar nas chamas da condenação, mas antes prevaleceu a misericórdia divina sobre homens que não discerniam entre mão esquerda e direita? (Jn. 4.11)

1 Tm 4.10 Porque para isto trabalhamos e lutamos, pois esperamos no Deus vivo, que é o salvador de todos os homens, principalmente dos fiéis.

Somos instrumentos da justiça de Deus, mas o Justo é Ele, em quem não há mudança, nem sombra de variação (Tg 1.17). Aleluia!

Essa veio do mano Alex Arantes, uma conclusão pessoal e magnífica, confiram!!

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Então é assim, agente recompensa a maldade, estimula o abuso e se deixa levar pelo poderio doentio dos que se impõe? Exaltemos a Injustiça “Aleluia”?

Não fazia o menor sentido para mim. Estas questãos me assombravam no caminho para casa da escola numa noite de verão a alguns anos atrás. Eu nunca me peguei pensando tão sériamente a respeito do que eu cria, talvez por falta de hábito.

Hábito adquirido quando passei a fazer parte da Aliança Biblica Secundarista da minha escola. Éramos um grupo de adolescentes que se reuniam nos intervalos para orar, ler e cantar. Não demorou muito para que nos tornássemos mais que um grupo. Sentimos crescendo dentro da gente uma mútua apreciação, gratidão por estarmos juntos e uma identificação que nunca havíamos sentidom em nossas igrejas antes. Este povo vindo de diversas denominações com diversos pontos de vista possuia tanta afinidade que não se sabia onde começava um e terminava o outro.

Eu não sei ao certo como isso aconteceu ou foi se moldando ou como que agente chegou la’. Sei que estes amigos meus não tinham receio nenhum de fazer perguntas, e a disposição para buscar as respostas era incrivel. Tal sede da verdade so poderia ter sido saciada pela Verdade encarnada mesmo.

Então estava eu la voltando para casa com a mente cansada mas que se recusava pensar em qualquer outra coisa. Saí do ônibus, liguei para casa para avisar para minha irmã que iria para uma vigília, e me dirigi ao templo da igreja que frequentava. Que me adiantaria ir para casa tentar dormir? Melhor era ficar la sentado na frente da igreja fechada e ter uma conversa bem de coração para coração com o tal Dono das tais verdades que estavam fazendo cada vez menos sentido para mim….

No caminho passei por um homem encostado num ponto de ônibus que me parecia muito cansado… não ele estava éra bêbado de dar dó, foi a minha conclusão após passar por ele e sentir o cheiro enauseante de suor com pinga. Nada mais digno de nota exceto de que o indivíduo começou a me seguir…

Ao se aproximar de mim me abordou dizendo: -Não reaja espero não ser necessário tirar a minha arma”. Pobre coitado… eu via a mão dele por debaixo de sua camisa simulando uma arma…. patético! Um mero empurrão seria o suficiente para que o cara ficasse no chão até o dia seguinte. Mas eu não senti o desejo de fazer isso…: -”Não, não vai precisar mostrar nada para mim não moço, ta aqui ó -tirei 10 reais do bolso e dei para ele- é tudo o que tenho. Tó, léva eu não sou deste mundo mesmo”

A revelação da minha identidade alienigena dita com uma convicção tamanha até então por mim desconhecida teve o poder de deixar o doninho até mais sóbrio:- Como assim não é deste mundo? De que mundo você é? ” “Do reino de Deus,” respondi a ele sem qualquer titubeio.

Ele olhou para mim com uma expressão curiosa, não seguro se eu estava rindo da cara dele ou estava falando sério… ele tirou a mão debaixo da camisa (aquela que ele estava usando para simular uma arma), coçou a cabeça, me examinou e decidiu que eu estava falando sério: -”Vamos andando, me fala o que você quer dizer com isso”

Andamos em direção à minha igreja e expliquei para ele o que era o reino de Deus… para mim:
Não um lugar onde se espera chegar depois que morrer, o Reino de Deus é um grupo de pessoas, que vivem neste mundo como se realmente não pertencessem a ele. Eles não andam preocupados com as ambições da maioria das pessoas, nem mesmo o que eles precisam para comer, beber, se abrigar ou vestir, eles conhecem à Deus e a Ele confiam seu sustento. Amam uns aos outros com um amor sobrenatural, não se incomodam de não serem aceitos ou ajustados na sociedade, eles so vivem para celebrar o pouco que têm como se não precisassem de mais nada. Tal sentimento e convicção fazem com que questões a respeito da vida depois da morte se tornem totalmente irrelevantes. Conhecem à Jesus e se fossem lançados no inferno depois que morressem ainda diriam que valeu a pena ter existido so para te-lo conhecido…

O homem nos parou… olhou para mim com tanto pesar que inflamou meu coração em compaixão por ele. Começou a se desculpar e a extender a mão com o dinheiro que havia dado à ele: “Desculpa… eu não tinha… tem sido tão difícil…” fechei a mão dele com o dinheiro, olhei bem nos olhos dele e disse: “Não, você não esta mais me roubando, eu estou te dando”. Não se aguentou, me envolveu em seus braços e me encharcou de lágrimas….

Não sei se andar duas milhas quando alguem te obriga a andar uma é um grande sacrifício, se dar a outra face é justo ou se agir com as pessoas segundo o que achamos que elas merecem é impulso digno de ser reprimido. Talvez seja só questão de perspectiva. Este mundo pode ser visto como um lugar onde a injustiça se propaga, onde a maldade encontra sólo fertil para se epalhar e que precisa ser combatido a qualquer custo OU o único cenário possível para se provar misericórdia, bondade, compaixão e …..redenção.

“Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.”-João 13:36

Um abraço
Alex

 

- Abro aqui um espaço para postar debates interessantes do orkut – Adicionei uma Categoria pra isso, pois vai render muitos posts.

Um amigo estava lendo um post do Aventura, o Amor como Disciplina Existencial (2). O post encerra da seguinte maneira:

… sendo assim, as Escrituras estabelecem sim uma condição da qual podemos perder a Salvação: a falta de perdão. Um coração indisposto a perdoar as dívidas do próximo, terá sua dívida cobrada, sem possuir crédito algum para pagar o que deve.

Devemos perdoar quantas vezes?

Segundo Jesus, até setenta vezes sete em um único dia. Se você fez as contas e acha que vai ter de perdoar 490 vezes a mesma pessoa em um único dia, saiba que o que Jesus estava dizendo vai muito além disso. Sete é o número da plenitude nas Escrituras, setenta eleva este número a infinitude.

Perdoe sem limites.

De onde eu tiro forças para perdoar?

De lugar nenhum. A força de perdoar não vêm de você, já veio de Deus para você e se chama Graça: Favor Imerecido.

Este amigo então questionou: … sendo que é a Graça a força que leva um cristão a perdoar, a até mesmo oferecer a outra face, por que tão poucos ditos cristãos perdoam?

Bom,
será que a Graça opera somente em alguns poucos?
.
E o que dizer de pessoas que não crêem em Cristo como Salvador e são daquele tipo que a gente diz “fulano tem um coração de ouro”?

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Disse então a ele:

O indivíduo que entendeu não ter direito algum sobre questão nenhuma – pois a falta de perdão vem justamente da capacidade de defendermos direitos pessoais (mas o outro fez isto, então eu tenho o direito de socar-lhe! rs) – não tem opção nenhuma senão perdoar. Se fossemos falar de direito e justiça, ai de nós.

Os cristãos não acreditam que vivem pela Graça, eles acreditam que recebem a Graça para depois entrarem debaixo da Lei. A Lei, trabalha com mérito, e mérito é direito. Assim os “ungidos” tem direito de mandar nos outros, os “santos” tem direito de julgar os que não seguem a Lei, os “escolhidos” tem direito de “descer o cajado”… por aí vai a coisa.

Respondendo a sua pergunta: Os cristãos não vivem segundo a Graça, mas segundo o espírito da Lei e da letra, por isso são tão desprezivelmente rancorosos.

Assim penso.

Sobre quem tem o “coração de ouro”:

Eu acho que pra Jesus, o que é, é! Os discursos não valem.

Por isso o “Senhor, Senhor…” não vale pra Jesus.

W.F.

Sou de uma certa denominação que guarda o sabado………….tenho muitas duvidas a esse respeito.
por favor me oriente.

Caroline

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Paz sobre tua alma, irmã Caroline!
 
Antes de tudo, agradeço pela confiança, admirando sua humildade em pedir que lhe ajude.
 
Peço que leia o que escreve o apóstolo Paulo (que foi criado aos pés de Gamaliel, fariseu dos fariseus, circuncidado ao oitavo dia, um judeu de primeira, que guardava não somente o sábado, mas toda a lei judaica):
 
Havendo (Jesus) riscado a cédula que era contra nós, que constava de ordenanças (lei), a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos SÁBADOS, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo. Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão, E não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus. Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne. Cl 2:14-23
 
O Sábado é parte da lei?
 
Para Paulo é (Cl 2:16). É parte da lei, e sendo parte da lei, era sombra do que haveria de vir (o Messias). Em gálatas, o assunto todo da epístola é sobre nossa liberdade total em relação a lei judaica. Em hebreus, o assunto é da superioridade absoluta do reinado de Jesus em relação ao cativeiro opressor da lei. Hebreus sete explica acerca do fato de que Jesus não é da tribo de levi, mas de judá, e seu sacerdócio não é da ordem de moisés, mas de melquisedeque, e fazendo mudança de sacerdócio, necessariamente se faz mudança de lei (Hb 7:12).
 
Paulo é clarissimo quando diz que o modo de sermos justos diante de Deus não é mais pela obediência a lei, ou seja, não é mais guardando sábados que somos feitos justos:
 
Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê. Rm 10:4 (significando dizer que a justificação não vem mais de guardar a lei, mas de crer na justiça de Cristo que decorre de seu sacrifício).
 
Tanto mais tenho a lhe dizer, mas por hora fico por aqui. Qualquer duvida, estou a disposição.
 
Um grande abraço!
 
Wellington Fugisse
 
 
 
Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Gl 2:16

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