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Sobre A CABANA

O pessoal as vezes envia perguntas por meio dos comments, e acho que talvez tenha mais gente interessada nas respostas. Vou postar aqui as respostas que dou a perguntas enviadas ao Aventura E.

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Desculpa escrever assim sem convite mas eu gostaria que o senhor me dissesse, assim sem rodeios, a sua religião. Porque eu fiquei confusa com algumas coisas que me disseram a respeito do livro em relação a religião mas para mim tudo foi tão claro, tão desinteressado, mas agora eu fiquei meio com a consciência pesada achando que talvez eu queira enxergar uma coisa que não é aquilo que minha fé prega. Pensei que talvez, se partilharmos da mesma crença, o senhor possa me ajudar nesse sentido. Se quiser, é claro!
 
Sou muita grata!!!
 
Verônica

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Paz e Graça sobre sua alma, maninha!

Obrigado pelo seu comentário! Apesar de centenas de pessoas passarem pelo Aventura, é raro alguém se propor a comentar, o que nos estimula a continuar escrevendo… Obrigado pelo carinho e amizade!

Quanto a Cabana… é um livro repleto do Evangelho! Fazem cerca de seis anos que me dedico de modo intenso a leitura e estudos das Escrituras e o que posso dizer é que nada há naquele livro que não esteja conforme o espírito do que Jesus ensinou! É uma obra magnífica, que começou entre um grupo de amigos e impactou gente do mundo inteiro!

Continue recomendando, continue estimulando as pessoas a lerem, e ore para que Deus lhes abra o entendimento, visto que segundo as Escrituras, o “deus” deste século cegou o entendimento das pessoas, para que não discirnam a palavra que pode lhes trazer vida!

Que o Espírito Santo abra nosso entendimento!

O livro pode assustar os ortodoxos, pois não foi escrito com as frescuras dos fariseus (do mesmo modo como Jesus comia sem lavar as mãos, e deixava os fariseus escandalizados por quebrar a sua tradicão humana, em prol da liberdade da alma, assim o autor William escreveu sem os pruridos dos fariseus, para gente que quer receber o bem do Evangelho pra alma), mas certamente, o nosso Deus pode até mesmo converter o coração do pior dos fariseus… como por exemplo, daquele escreveu dizendo: “Fiel é esta palavra e digna de toda a aceitação; que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais sou eu o principal; (I Tm 1:15)”, o apóstolo Paulo.

Receba toda sorte de bem e de libertação para sua alma! Um grande abraço!

Wellington Fugisse

O Bispo

Postei um texto de um amigo meu, o Bento Souto. Era um e-mail chamado “Carta aberta a Edir Macedo”, no qual meu amigo interrogava acerca de fatos que eram de seu conhecimento pessoal e que botavam a credibilidade do “bispo” em questão (fora o que a mídia já apresentou como fato, bem gravado). Não esperava que ele fosse se tornar um dos posts mais polemicos e comentados.

Teve gente que escreveu comentários ou me mandou e-mails pensando que eu era o Bispo Macedo. Quero deixar claro que não sou o Edir Macedo, não sou da IURD e não tenho parte nenhuma com “o bispo”.

Teve gente que concordou e expôs sua revolta sobre o abuso que eles cometem na IURD.

Teve gente que discordou e até meteu o pau na igreja católica pra mostrar que comparada a ICAR, a IURD não é tão ruim assim (kkkk).

ICAR, IURD… ambas buscam o direito de ser o Reino de Deus oficial. Todavia, Jesus declarou: O Reino de Deus não tem visível aparência, pq os homens dirão, “ei-lo aqui, ou ei-lo ali”. Não vades nem os sigais.

Beijo no coração dos sinceros.

W.F.

Ex Nihilo

E o Espirito de Deus se movia sobre a face das águas...

"E o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas..."

 

 

Ex Nihilo… Feito do Nada…

Há muito observo este termo jorrando com abundância em todo livro de teologia que leio.

Ex Nihilo… Deus através do seu Filho, a Palavra (logos), criou tudo o que há ex-nihilo (do absolutamente nada).

Muita gente crê nisso. Confessa isso. Briga por isso.

Lendo uma epístola de Paulo, vi um trecho interessante:

 ”Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.”  2Co4:6

Paulo compara sem problema algum, e sem medo algum, a própria Criação do mundo, com a conversão de alguém. Ele afirma que o mesmo poder que criou tudo ex nihilo (do nada), é o mesmo que pega o nada do nosso ser, a falência total da nossa existência, as trevas do nosso coração e transforma em vida, em luz, em brilho de Cristo.

Por isso eu brigo, nessa luta eu entro.

Os cristãos que brigam pela idéia da Criação ex nihilo devem ter peito para entrar numa briga muito maior, a de convencer os homens que “Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens os seus pecados” (2Co5:19). O difícil não é convencer as pessoas de que Deus criou o mundo do nada, é convencê-las de que o Deus que criou todas as coisas pela Palavra, enviou a Palavra para se tornar carne, e o Verbo se fez carne, e habitou entre nós. O difícil é convencê-las de que o Deus que criou o mundo do nada, pode pegar o nada do nosso ser, pecaminoso, cheio de ambiguidade, maldoso, caído, e fazer do nada uma nova criatura, conforme a natureza divina, como diz Pedro.

Você crê que Deus pode usá-lo? Que do nada de suas capacidades Ele pode fazer grandiosos feitos? O poder de Deus opera na fraqueza, declara Paulo.

Glória a Deus, porque não preciso de prova alguma para saber que Deus criou tudo do nada, pois Ele pegou o nada do meu ser, e fez dele grandes maravilhas.

W.F.

Omissão

E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados? Mt 12:10

Jesus tomou a forma de servo.

Jesus chamou discípulos, dizendo a eles: Não é o servo maior do que seu senhor, portanto, assim como eu vos fiz (servindo), façais vós também (servindo ao próximo).

Nesta passagem lida, os fariseus, sabendo da compaixão de Jesus pelos aflitos e necessitados, questionam a Jesus se é lícito curar em dia de sábado. A resposta de Jesus é basicamente esta: Se algum de vocês tiver uma ovelha, e ela cair num buraco, vocês a tiram do buraco, ou ficam omissos?

Jesus estava dizendo que haviam duas opções. Algo teria de ser feito. Ou tirariam a ovelha do buraco, ou ficariam omissos, e escolher por ficar omisso, é uma atitude, é uma ação, é uma escolha. A omissão é uma escolha, tanto quanto a escolha de curar.

Caso um barco esteja sendo levado pela correnteza até um precipício, escolher não remar, ficar parado, ficar omisso, é uma atitude, é uma escolha. Ninguém fica neutro. Escolher ficar omisso não é a escolha neutra.

Se existem duas escolhas, e de qualquer modo, tanto curar, quanto ficar omisso, é uma atitude, qual escolha é mais justa aos olhos do Pai?

Jesus cura aquele homem e logo em seguida os fariseus, ironicamente, - eles que diziam que nada podia ser feito no sábado - vão ocupar-se de uma outra tarefa: Planejar a morte do Messias.

Quanta cegueira…

W.F.

Cheguei ao Brasil a algum tempo… Neste tempo, tive chances de pregar o Evangelho puro e simples do Senhor Jesus. Há em meu coração uma urgência em pregar a simplicidade do Reino, em um tempo onde os cristãos escolheram parecerem-se mais com os fariseus do que com Jesus. E tem sido muito bom…

O Espírito Santo tem aberto muitos olhos.

Volta e meia, quando prego, perguntam-me: Pastor, onde é a sua igreja?

Não sou pastor. Não no termo eclesiástico.

Sou como Jesus, que não seguiu seminário rabínico algum e era chamado de Rabi. Que por onde ia, e pregava, lhe diziam: Ele prega com autoridade, e não como os fariseus.

Os fariseus sempre perguntavam: Quem lhe deu este direito? Quem lhe deu esta autoridade? (Demonstrando indignação por ele não estar debaixo da gerência sacerdotal deles).

Segundo a Bíblia, aquele que crê é feito sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque. Somos sacerdotes e reis. Todos nós. Não há ninguém melhor que ninguém.

Inúmeras são as passagens de que existe um Único Pastor.

Ai existem as passagens sobre as ovelhas-pastores: Pessoas com DOM de Deus para cuidar de gente. Pessoas que receberam de Deus uma capacidade de presidir, orientar, ajudar, ensinar gente.

Segundo as Escrituras, e segundo o Evangelho, o que é, é! Se alguém receber o dom de Deus para cuidar de gente, esta pessoa é pastor. Ainda que todos os fariseus digam o contrário. Se alguém não tem este dom da parte de Deus, ainda que passe por todos os seminários do mundo, e tenha aprovação de todos os religiosos do planeta, esta pessoa não é pastor.

Declaro como John Wesley, que a seu tempo foi desprezado pela igreja cristã, ainda que depois tenha sido aclamado como um grande homem: “O mundo é minha catedral!”

Prego e pregarei, para quem for, e onde for. Glorifico a Deus por quem vê em mim a vocação pastoral, pois para mim é de grande ânimo ver que o que Deus faz e opera, fica tão claro aos olhos dos sinceros, que não é preciso nem de cargos e nem de vanglórias para que um dom seja notado.

Paz sobre vossas almas!

W.F.

Quem é Deus?

Eu e o Pai somos um. – Declarou Jesus

Quem é Deus?

Olhe para Jesus.

Os gestos de Jesus, são os gestos de Deus.
As palavras de Jesus são as palavras de Deus.
O modo de Jesus tratar é o modo de Deus tratar.
O amor que Jesus demonstra é a demonstração do amor de Deus.
As interpretações das Escrituras que Jesus fez, são interpretações do próprio Deus as suas Escrituras.
O amor de Jesus é o amor de Deus.
A meiguice de Jesus é a meiguice de Deus.

Esse, verdadeiramente é o desejado das nações!

Aleluia!

W.F.

1) Scripture Twisting (Distorção da Escritura): para defender os abusos usam de doutrinas do tipo “cobertura espiritual”, distorcem o sentido bíblico da autoridade e submissão, etc. Encontram justificativas para qualquer coisa. Estes grupos geralmente são fundamentalistas e superficiais em seu conhecimento bíblico. O que o lider ensina é aceito sem muito questionamento e nem é verificado nas Escrituras se as coisas são mesmo assim, ao contrario do bom exemplo dos bereanos que examinavam tudo o que Paulo lhes dizia.

2) Autocratic Leadership (liderança autocrática): discordar do líder é discordar de Deus. É pregado que devemos obedecer ao ditador, digo discipulador, mesmo que este esteja errado. Um dos “bispos” de uma igreja diz que se jogaria na frente de um trem caso o “apóstolo” ordenasse, pois Deus faria um milagre para salvá-lo ou a hora dele tinha chegado. A hierarquia é em forma de pirâmide (às vezes citam o salmo 133 como base), e geralmente bastante rígida. Em muitos casos não é permitido chamar alguém com cargo importante pelo nome, (seria uma desonra) mas sim pelo cargo que ocupa, como por exemplo “pastor Fulano”, “bispo X”, “apostolo Y”, etc. Alguns afirmam crer em “teocracia” e se inspiram nos líderes do Antigo Testamento. Dizem que democracia é do demônio, até no nome.

3) Isolationism (Isolacionismo): o grupo possui um sentimento de superioridade. Acredita que possui a melhor revelação de Deus, a melhor visão, a melhor estratégia. Eu percebi que a relação com outros ministérios se da com o objetivo de divulgar a marca (nome da denominação), para levar avivamento para os outros ou para arranjar publico para eventos. O relacionamento com outros ministérios é desencorajado quando não proibido. Em alguns grupos no louvor são tocadas apenas músicas do próprio ministério.

4) Spiritual Elitism (Elitismo espiritual): é passada a idéia de que quanto maior o nível que uma pessoa se encontra na hierarquia da denominação, mais esta pessoa é espiritual, tem maior intimidade com Deus, conhece mais a Biblia, e até que possui mais poder espiritual (unção). Isso leva à busca por cargos. Quem esta em maior nível pode mandar nos que estão abaixo. Em algumas igrejas o número de discipulos ou de células é indicativo de espiritualidade. Em algumas igrejas existem camisetas para diferenciar aqueles que são discípulos do pastor. Quanto maior o serviço demonstrado à denominação, ou quanto maior a bajulação, mais rápida é a subida na hierarquia.

5) Regimentation of Life (controle da vida): quando os líderes, especialmente em grupos com discipulado, se metem em áreas particulares da vida das pessoas. Controlam com quem podem namorar, se podem ou não ir para a praia, se devem ou não se mudar, roupas que podem vestir, etc. É controlada inclusive a presença nos cultos. Faltar em algum evento pro motivos profissionais ou familiares é um pecado grave. Um pastor, discípulo direto do líder de uma denominação, chegou a oferecer atestados médicos falsos para que as pessoas pudessem participar de um evento, e meu amigo perdeu o emprego por discordar dessa imoralidade.

6) Disallowance of Dissent (rejeição de discordâncias): não existe espaço para o debate teológico. A interpretação seguida é a dos lideres. É praticamente a doutrina da infalibilidade papal. Qualquer critica é sinônimo de rebeldia, insubmissão, etc. Este é considerado um dos pecados mais graves. Outros pecados morais não recebem tal tratamento. Eu mesmo precisei ouvir xingamentos por mais de duas horas por discordar de posicionamentos políticos da denominação na qual congregava. Quem pensa diferente é convidado a se retirar. As denominações publicam as posições oficiais, que são consideradas, obviamente, as mais fiéis ao original. Os dogmas são sagrados.

7) Traumatic Departure (saída traumática): quem se desliga de um grupo destes geralmente sofre com acusações de rebeldia, de falta de visão, egoismo, preguiça, comodismo, etc. Os que permanecem no grupo são instruídos a evitar influências dos rebeldes, que são desmoralizados. Os desligamentos são tratados como uma limpeza que Deus fez, para provar quem é fiel ao sistema. Não compreendem como alguém pode decidir se desligar de algo que consideram ser visão de Deus. Assim, se desligar de um grupo destes é equivalente a se rebelar contra o chamado de Deus. Muitas vezes relacionamentos são cortados e até famнlias são prejudicadas apenas pelo fato de alguém não querer mais fazer parte do mesmo grupo ditatorial.

fonte: Emeurgência [via Pavablog]

Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se Mamon (Dinheiro) é Deus, servi-o; se Jesus é Deus, servi-o.

Eis um homem no espírito e na virtude Elias, para alertar nossa geração:

Filhinhos, fugi dos ídolos!

W.F.

Sugiro a todos os leitores do Aventura Espiritual a leitura destes livros.

Confissões de um Pastor – Uma autobiografia de Caio Fábio com todas as suas experiências de vida.
Sem Barganhas com Deus – Uma análise do pensamento pagão que permeia o cristianismo, e a necessidade de estabelecermos a Graça como fundamento da fé em Cristo.

Paz e Sabedoria sobre nossas almas!

W.F.

O Desafio

Ele entrou no meu gabinete e foi falando de forma brusca, sem rodeios: “Pastor Rogers, eu preciso falar com o senhor. A minha mulher quer suicidar-se, mas quero evitar que isto aconteça. O senhor poderia falar com ela?” Eu nunca tinha visto aquele homem antes. Depois, fiquei sabendo que ele era um cientista de destaque na industria espacial. Tinha um emprego muito bem remunerado, e fez parte da equipe que ajudou os estados Unidos a levar um homem à lua no fim da década de 60.

Eu disse a ele que conversaria com sua esposa se ele viesse com ela. Não foi preciso muito tempo de aconselhamento para eu descobrir que o problema dela era ele. Aquele homem havia maltratado sua esposa de diversas maneiras. Ele gostava de bebidas alcoólicas, jogos de azar, adultério, e a agredia verbal e fisicamente.

Interrompi minha conversa com ela e fixei o meu olhar nele. “Você é um cristão?”, perguntei. É certo que eu não queria apenas esta informação, mas foi uma maneira de iniciar a conversa. Ele riu e respondeu, com certa arrogância: “Não, eu não sou cristão. Eu sou ateu.” E eu disse: “Pois bem, na sua opinião, Deus não existe?” Ele afirmou: “É isto mesmo.”

Eu disse: “Posso lhe fazer uma pergunta? Você já conhece todas as coisas?” Ele falou: “É claro que não.” Eu disse: “Eu estaria sendo optimista se dissesse que o senhor conhece a metade das coisas que podem ser conhecidas?” Ele respondeu: “Muito optimista.” Insisti: “Então como é que o senhor pode saber se Deus não existe na outra metade das coisas que o senhor não conhece?” Ele disse: “está bem, então não sou um ateu. Sou um agnóstico.” Eu prossegui: “Agora estamos começando a nos entender.”

Eu não lhe disse que a palavra agnóstico, em sua origem latina, quer dizer “ignorante”, mas continuei: “Bem, um agnóstico é alguém que tem duvida. Você não sabe que Deus existe, você apenas tem dúvida disto.” Ele disse: “Sim, tenho uma dúvida enorme.” Eu falei: “Não importa o tamanho, eu só quero saber o tipo de dúvida é esta. Há dois tipos: os que duvidam com sinceridade e os que duvidam com falsidade. De que tipo é você?”

Ele perguntou: “Qual é a diferença?” Eu respondi: “É a seguinte: quem duvida sinceramente, não sabe, mas deseja saber, e por isto está disposto a fazer uma investigação honesta. Quem duvida de modo desonesto não conhece porque não quer conhecer. Este tipo não pode encontrar-se com Deus pelo mesmo motivo que um ladrão não pode encontrar-se com um policial.”

Então ele me disse: “Bem, eu gostaria de pensar que sou sincero.” Eu falei: “Que bom! Você gostaria de colocar Deus no laboratório para testar se ele existe ou não?” Ele disse: “Isto é impossível.” Respondi: “É possível, se você procurar o laboratório apropriado. Vou fazer a você um desafio que o próprio Jesus fez.”

Então citei para ele este verso do Evangelho de João: “Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, saberá se o meu ensino vem de Deus ou se falo por minha própria conta” (João 7:17). Expliquei de forma bem objectiva o significado deste versículo: se uma pessoa deseja fazer a vontade de Deus, o Senhor vai se revelar a ela.

Ele perguntou: “Como é que isto funciona?” eu disse: “Você estaria disposto a fazer a seguinte declaração: ‘Deus, não sei se tu existes ou não, não sei se Jesus é teu Filho ou não, mas quero saber. E porque quero saber, farei uma investigação honesta, seguirei os seus resultados para onde quer que eles me direcionem, seja qual for o custo desta decisão’?” Ele pediu: “Você pode repetir?” repeti, e ele afirmou: “Sim, estou disposto a aceitar este desafio.”

Eu disse: “Que maravilha! Agora eu gostaria de sugerir o seguinte: há um livro na Bíblia, o Evangelho de João, que foi escrito para que você possa crer que Jesus é o Cristo de modo que, pela fé, você possa obter a vida eterna. Gostaria que você fizesse esta experiência: comece a ler o Evangelho de João, dizendo com toda a sinceridade: ‘Deus, se tu existes, se esta é a tua Palavra, se esta é a verdade, permite que ela me seja revelada; e a seguirei onde quer que eu for. Se tu não me convenceres de que esta é a verdade, eu continuarei do jeito que sou!” Deixei claro que sua atitude deveria ser totalmente honesta a ponto de obedecer a verdade que Deus lhe revelasse.

Ele cumpriu o prometido, e começou a ler o Evangelho de João disposto a seguir a revelação que encontrasse, fosse qual fosse. Algumas semanas depois, veio ao meu gabinete, caiu de joelhos e, com lágrimas nos olhos, deu seu coração a Jesus Cristo e foi transformado. Na última vez que os vi, aquele homem e sua esposa estavam sentados no seu Cadillac branco, de mãos dadas como namorados. Ela também tinha aceitado a graça de Cristo em seu coração. Ambos estavam amando a Jesus e um ao outro.

(Adrian Rogers, Creia em Milagres, mas Confie em Jesus, Eclesia, pp. 184)

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